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Lula demite Nísia Trindade, e o petista Alexandre Padilha assumirá a pasta

Decisão ocorreu nesta terça-feira (25) após duas reuniões

  • Foto do(a) author(a) Tharsila Prates
  • Tharsila Prates

Publicado em 25 de fevereiro de 2025 às 18:40

Lula e Nísia
Lula e Nísia Crédito: José Cruz/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, após demonstrar insatisfação com a falta de resultados da gestão na área. O lugar será ocupado por Alexandre Padilha, titular das Relações Institucionais e chefe da pasta durante o governo de Dilma Rousseff. As informações são do jornal O Globo.

A decisão ocorreu nesta terça-feira (25) após duas reuniões. À tarde, Lula recebeu Nísia para uma conversa a sós. Depois, foi a vez de Padilha.

Após a reunião com Lula, a ministra foi para o Ministério da Saúde e chamou o secretário-executivo, Swedenberger Barbosa, para seu gabinete, para dar a notícia.

Segundo o jornal, Nísia Trindade ainda não informou sobre a demissão para demais secretários e funcionários, e marcou uma reunião com seu time principal para amanhã (26). A indefinição dos últimos dias levou equipes de diferentes setores da pasta a desmarcarem agendas já fechadas para as próximas semanas e meses.

Na manhã desta terça, Lula e Nísia anunciaram, em Brasília, a produção em larga escala da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue.

A previsão é que, a partir de 2026, sejam ofertadas 60 milhões de doses anuais, com possibilidade de ampliação do quantitativo conforme demanda e capacidade produtiva.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda avalia o pedido de registro do imunizante, feito pelo Instituto Butantan em dezembro de 2024. Há cerca de duas semanas, a agência solicitou mais informações e dados complementares sobre a vacina e informou que foi concluída, de forma antecipada, a análise de dados de qualidade, segurança e eficácia apresentados.

O investimento, segundo havia informado Nísia, é de R$ 1,26 bilhão. Também estão previstos R$ 68 milhões em estudos clínicos para ampliar a faixa etária a ser imunizada e incluir idosos, além de avaliar a coadministração da dose contra a dengue com a vacina contra o chikungunya, também desenvolvida pelo Instituto Butantan.