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Veja quais são os países mais e os menos taxados em 'tarifaço' de Donald Trump

Trump justificou a medida como resposta a uma "taxação desproporcional" que, segundo ele, ameaça a "segurança industrial" dos EUA

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 3 de abril de 2025 às 09:11

Donald Trump assina ordem sobre tarifas recíprocas
Donald Trump assina ordem sobre tarifas recíprocas Crédito: Divulgação Fotos Públicas

Enquanto pequenas nações como São Pedro e Miquelão e Lesoto enfrentarão tarifas de 50% sobre suas exportações para os Estados Unidos, países como Brasil, Reino Unido e Cingapura receberam a alíquota mínima de 10%. A medida, anunciada nesta quarta-feira (2) pelo presidente Donald Trump, estabelece um sistema de reciprocidade com desconto de 50% sobre as taxas que cada país aplica a produtos americanos.

Trump justificou a medida como resposta a uma "taxação desproporcional" que, segundo ele, ameaça a "segurança industrial" dos EUA. "Não é só uma questão econômica, mas de proteção ao nosso modo de vida", declarou.

Os mais taxados

No topo da lista de maiores tarifas estão: 

  • São Pedro e Miquelão e Lesoto: 50% (sobre taxa original de 99%)
  • Camboja: 49% (sobre 97%)
  • Laos: 48% (sobre 95%)
  • Madagascar: 47% (sobre 93%)

Os menos taxados 

Enquanto isso, 126 parceiros comerciais terão tarifas a partir de 10%, incluindo:

  • Brasil
  • Reino Unido
  • Cingapura
  • Timor-Leste
  • Tanzânia

Esses países foram beneficiados por terem balanças comerciais deficitárias com os EUA – ou seja, importam mais produtos americanos do que exportam. No caso brasileiro, itens como petróleo bruto (14% das exportações), produtos siderúrgicos (8,8%) e café (4,7%) estarão sujeitos à taxa reduzida.

Casos intermediários

Algumas economias relevantes receberam alíquotas medianas:

  • China: 34% (sobre 67%)
  • Índia: 26% (sobre 52%)
  • Coreia do Sul: 25% (sobre 50%)
  • Japão: 24% (sobre 46%)

A China, principal alvo comercial de Trump, também foi citada em comunicado da Casa Branca por supostamente inundar os EUA com opioides sintéticos, o que motivou tarifas extras de 20% em setores específicos.