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Humilde e correria: amigos fazem homenagem e defendem rifeiro morto em triplo homicídio

Envolvimento com facção é negado por pessoas próximas a Deivinho

  • Foto do(a) author(a) Wendel de Novais
  • Wendel de Novais

Publicado em 2 de abril de 2025 às 12:39

Deivinho está entre as vítimas do crime Crédito: Reprodução

O rifeiro Deivinho, uma das três vítimas do triplo homicídio registrado em Cajazeiras, foi sepultado na manhã desta terça-feira (2) no Cemitério do Campo Santo, no bairro da Federação, em Salvador. O influenciador, que tinha mais de 100 mil seguidores nas redes sociais, foi homenageado por dezenas de amigos motociclistas que fizeram uma motociata da Avenida Paralela até o local do enterro e defenderam Ratonildo, como também era conhecido, de especulações de envolvimento com facções criminosas.

Um amigo próximo do rifeiro, que se identifica apenas como Washington, fez questão de afirmar que ele não tinha qualquer relação com o crime. “Era um cara humilde, da correria. Sempre trabalhou para conquistar suas ‘paradas’ e não se envolvia com nada de facção. Ontem era primeiro de abril, todo mundo pensou que era uma mentira, mas infelizmente a notícia veio à tona e chocou todo mundo. Deivinho vai ser eternamente lembrado, nós não vamos esquecer dele”, destacou o amigo.

Deivinho e os dois irmãos, que foram enterrados no Cemitério Municipal de Plataforma foram pegos por um grupo armado em Simões Filho, onde moram, e levados para o ponto onde morreram, no Loteamento Santo Antônio, em Cajazeiras XI. Fontes policiais confirmaram que a área onde as vítimas foram executas com tiros de fuzil tem atuação do Bonde do Maluco (BDM), o que levanta a suspeita de um envolvimento da facção ou de grupos rivais no processo de sequestro e triplo homicídio.

Além de negar a relação do rifeiro com esses grupos, amigos preferiram destacar quem era Deivinho.“Temos que seguir firme para dar força para o pai e para a mãe dele, que são pessoas maravilhosas. A gente fez uma homenagem para ele porque moto, carro e som eram coisas que ele gostava. Ele é um cara muito sorridente, alegre. Faz a gente dar risada. O que eu tenho de lembrança é ele sorrindo, andando de moto e curtindo com os fãs dele”, Rafael Santos, motociclista e amigo da vítima.

Conversando com a reportagem, os amigos especularam que a causa da morte de Deivinho e dos irmãos seja ‘inveja’ por parte de pessoas que não aceitavam o fato deles estarem construindo um patrimônio. As circunstâncias do triplo homicídio serão apuradas pela 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central).