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Bolsonaro fala de derrota na Bahia e detona: 'Um dos estados mais violentos do Brasil'

Sem provas, ex-presidente insinuou irregularidades nos horários de votação no estado em 2022

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 26 de fevereiro de 2025 às 09:28

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro Crédito: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro falou das eleições na Bahia em entrevista ao jornalista Leo Dias, na terça-feira (25), afirmando que a votação no estado seguiu além do que a lei determina. Ele falou também, rapidamente, sobre os índices de violência do estado. 

"O grande problema da Bahia, as eleições, em grande parte das seções, vão até 0h. Que diz a legislação? Você está votando, 17h acaba, se tiver alguém na fila vai para dentro. Na Bahia, acabaram grande parte 20h, depois 22h, algumas até 23h59. Alguma coisa aconteceu. Os mesários são os mesmos. A eleição tem que acabar 17h. Chegou atrasado, não vai votar. Dá margem para acontecer isso daí", afirmou. "Na Bahia foram 4 milhões a mais para o outro lado. Em função do que? Não estou falando de possível fraude, não e isso. Se você for ver a seção que acabou às 17h e a que acabou às 23h, o percentual da esquerda é enorme...", disse ele, indicando que teria acontecido alguma irregularidade, mas sem apresentar provas. 

A lei eleitoral determina horário para registrar o voto vai até as 17 horas (horário de Brasília), mas se o eleitor estiver na fila nesse horário tem direito de votar. Após o fechamento dos portões, os eleitores recebem uma senha, que deve ser apresentada ao entrar no colégio. Quem chega à fila depois das 17h não pode votar. 

Após as falas do ex-presidente, Leo Dias afirma que a Bahia é da "tranquilidade, da paz" e que o discurso de Bolsonaro pode ter assustado os baianos. "É um dos estados mais violentos do Brasil", contrapõe o político. 

Depois, ele ainda fala das cotas e dizer ser contra divisão "por cor de pele". "O que a esquerda prega? Só porque sou branco de olho azul... A esquerda prega isso. Eu não sou favorável a cotas. A cota econômica tudo bem, mas por cor de pele? Você tem que estimular os melhores", afirmou.