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Aprovação de Lula cai 19 pontos na Bahia, aponta Quaest

Presidente vê pela primeira vez desaprovação superar aprovação no estado, que foi chave na eleição de 2022

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 26 de fevereiro de 2025 às 07:20

Lula passou por nova cirurgia
Lula  Crédito: Shutterstock

A aprovação do governo do presidente Lula (PT) registrou queda significativa na Bahia, estado onde ele venceu as eleições de 2022, segundo levantamento da Quaest divulgado nesta quarta-feira (26). Pela primeira vez, a desaprovação ao governo superou numericamente a aprovação no estado: 51% dos baianos desaprovam a gestão federal, enquanto 47% aprovam. A pesquisa aponta um aumento de 18 pontos na avaliação negativa e uma queda de 19 pontos na positiva em relação a levantamentos anteriores. Ao todo, Lula é reprovado por 50% ou mais dos eleitores em 8 estados pesquisados.

O estudo, encomendado pela Genial Investimentos, foi realizado entre 19 e 23 de fevereiro em oito estados: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais na maioria dos estados, exceto em São Paulo, onde é de 2 pontos. Este é o primeiro levantamento da Quaest a incluir Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul na avaliação do governo Lula.

Além da Bahia, a desaprovação ao governo supera os 60% em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em Pernambuco, outro estado onde Lula venceu em 2022, a aprovação também caiu mais de 15 pontos. A pesquisa nacional divulgada em janeiro já havia indicado uma tendência de queda na popularidade do presidente, com a desaprovação superando a aprovação pela primeira vez: 49% desaprovam, enquanto 47% aprovam.

Felipe Nunes, diretor da Quaest, atribui a reprovação histórica à percepção negativa dos eleitores sobre a condução da economia e ao não cumprimento das promessas de campanha. "Lula não consegue cumprir suas promessas, e isso gera frustração na população. Em janeiro, 65% dos eleitores afirmaram que o governo não está cumprindo o prometido, o maior patamar registrado", disse ele ao G1. A pesquisa ouviu 1.200 pessoas na Bahia e 4,5 mil em todo o Brasil no levantamento nacional de janeiro.