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Como o avião da NFL influenciou na derrota do Botafogo no Derby das Américas

Menor do que os aviões de voos comerciais que vão de São Paulo a Doha, a aeronave era apertada e não tinha poltronas reclináveis para os atletas

  • Foto do(a) author(a) Marina Branco
  • Marina Branco

Publicado em 13 de dezembro de 2024 às 11:12

Avião dos Patriots usado pelo Botafogo
Avião dos Patriots usado pelo Botafogo Crédito: Vitor Silva/Botafogo

O Derby das Américas entre o Botafogo e o Pachuca surpreendeu a muitos no mundo do futebol. Na partida, o clube mexicano passou pelo brasileiro com tranquilodade, emplacando três gols contra nenhuma rede balançada pelo Fogão. Dentre as explicações, uma vem sido muito comentada - o avião que levou os jogadores a Doha.

A aeronave dos New England Patriots, equipe referência na NFL, incomodou profundamente a equipe alvinegra indo ao Catar para jogar a Copa Intercontinental. Entre os principais problemas, estaria a qualidade das poltronas, muito abaixo do esperado pela delegação do clube.

“A viagem foi longa, mais de 15 horas. O avião não era o melhor, era um avião fraco. E isso pesou. Tentamos jogar, tivemos situações de gol, mas não deu certo. O ano foi incrível para todos, para a torcida e para o clube”, comentou o zagueiro Barboza.

O avião foi conseguido pelo dono da SAF botafoguense, John Textor, que tem proximidade com Robert Kraft, dono da franquia da NFL. Nele, foram embarcados atletas, diretores, funcionários e membros da comissão técnica.

O primeiro problema veio já no embarque, que de 1h45 da manhã, deixou o Rio às 3h. Ao longo das 16 horas de viagem, que incluíram uma parada no Marrocos para abastecer, outros incômodos surgiram.

Para receber os jogadores da NFL, o avião tem cadeiras excepcionalmente largas, mas que não reclinam, o que teria prejudicado a qualidade do descanso da equipe. Os únicos assentos reclináveis ficam na seção executiva, na frente do avião, mas ainda assim, proporcionam uma angulação baixa.

Na econômica, eram duas poltronas de cada lado, e três no meio da aeronave, onde a maior parte dos jogadores botafoguenses foi acomodada, deixando a executiva para dirigentes. Nas cadeiras do meio, era possível deitar, mas nem todos os atletas conseguiram ocupar esse espaço, tendo que ir para as laterais.

Mesmo os que estavam deitados no meio, deixavam partes do corpo para fora, que batiam nos carrinhos de serviço aéreo que passavam para entregar duas refeições e dois lanches.

A situação se agravou a um ponto que um dos jogadores do Fogão deitou no chão do avião com dores, e foi retirado por uma aeromoça que afirmou ser uma posição insegura, segundo o Globo Esporte.

O avião em questão é do modelo Boeing 767, menor até do que o usado em voos comerciais da Qatar Airways de São Paulo a Doha, o Airbus A350.