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Alan Pinheiro
Publicado em 2 de abril de 2025 às 05:00
Em nove anos, tudo pode mudar. Desde 2016, o Vitória levantou taças, conseguiu vencer uma competição nacional, colecionou rebaixamentos, amargou a quase queda para a Série D e voltou a crescer com a força da torcida direto para a primeira divisão. Nesta quarta-feira (2), os torcedores rubro-negros vão comemorar a volta do Leão à Copa Sul-Americana. O adversário da vez será a Universidade Católica, de Quito, no Barradão. A bola rola às 21h30.>
Nos cinco anos em que fez parte das equipes brasileiras que jogaram o torneio, o Leão só chegou até às oitavas-de-final, o que aconteceu em duas oportunidades. A primeira participação do rubro-negro na competição ocorreu em 2009, na oitava edição do torneio da Conmebol.>
2016 foi o último ano em que o Vitória participou da competição internacional. Apesar de ter disputado a Série B na temporada anterior, a vaga foi herdada porque Fluminense, Botafogo e Santos se classificaram para as oitavas de final da Copa do Brasil e, por isso, não teriam o direito de disputar a Sul-Americana.>
A confusão nos regulamentos das competições resultou no terceiro confronto entre Vitória e Coritiba na história da competição. Os torcedores rubro-negros acompanharam o jogo de ida na Arena Fonte Nova e puderam comemorar um triunfo por 2x1, mas o revés por 1x0 no Couto Pereira eliminou o Leão do torneio pela regra do gol marcado fora de casa, abolida depois de 2021.>
Para o confronto contra os equatorianos, o Leão vem de uma derrota por 2x0 na estreia do Campeonato Brasileiro. Diante do Juventude, no estádio Alfredo Jaconi, o rubro-negro mostrou um desempenho aquém do esperado. Exemplo disso foi ter saído de campo com mais posse de bola, mas sem mostrar efetividade, o que foi pontuado pelo técnico Thiago Carpini como aspecto a ser melhorado pela equipe para o jogo do meio de semana.>
“Não funcionou nossa tomada de decisão, aquele volume ofensivo que a gente conseguiu em alguns jogos no início da temporada, de finalizações e mais efetividade. Isso ainda não funcionou. Não encontramos uma maneira de ter produtividade ofensiva sem o Matheus. Também sofremos sem o Baralhas. Temos algumas coisas para ajustar, mas em outras encontramos um caminho. Não é porque não vencemos que está tudo errado”, deu o recado.>
Para o confronto, a tendência é de que Carpini possa contar com as voltas de Matheuzinho e Gabriel Baralhas para reforçar o time no confronto. Com a escolha por Gabriel no gol, a dúvida permanece em quem deve iniciar como o goleiro titular. No ataque, os novos reforços Léo Pereira e Erick podem ganhar mais minutos.>