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Motivo do rompimento revelado: Emicida acusa o irmão Fióti de desviar R$ 6 milhões da empresa

Com parceria empresarial e artística rompida, fundadores do Laboratório Fantasma travam embate na Justiça

  • Foto do(a) author(a) Elis Freire
  • Elis Freire

Publicado em 1 de abril de 2025 às 18:18

Fióti e Emicida
Fióti e Emicida Crédito: Reprodução

A notícia do rompimento entre Emicida e seu irmão e empresário, Evandro Fióti, surpreendeu o meio musical e os fãs do rapper no último dia 28, após 16 anos de parceria artística através do Laboratório Fantasma. Mas, o grande motivo do rompimento finalmente veio à tona: Emicida alega que Fióti transferiu, sem autorização, R$ 6 milhões dos fundos da empresa. As informações são do jornal O Globo.

Segundo o jornal, os dois se enfrentam na Justiça em um processo que envolve disputas societárias e acusações de ambos os lados em relação à empresa fundada por ambos em 2010. O processo tramita na 37ª Vara Cível de São Paulo.

Nos autos, enquanto Emicida alega o desvio milionário da empresa, Fióti reivindica a sua participação nos lucros e contesta a maneira como os negócios estavam sendo administrados. O irmão do rapper afirma que ele foi retirado aos poucos da sociedade sem consentimento, ficando com apenas 10% das quotas enquanto Emicida passou a deter 90% da sociedade.

Defendendo que a sua retirada da administração da empresa ocorreu de forma indevida, Fióti pede uma revisão dos contratos internos e movimentações realizadas por Emicida.

Suposto desvio de verba

Emicida diz ter sido "surpreendido", em janeiro de 2025, com a transferência de R$ 1 milhão da empresa em favor do irmão, "sem que houvesse qualquer autorização (...) neste sentido, e sem qualquer razão jurídica". Ainda de acordo com o artista, um novo saque do mesmo valor foi realizado pelo irmão em fevereiro de 2025, também "sem a expressa autorização". Ao todo seriam  R$ 6 milhões retirados sem aviso. 

Foi aí que Emicida teria buscado desfazer procurações anteriormente concedidas a Fióti e afastá-lo das decisões na sociedade. Os advogados de Fióti argumentam que ele foi gradativamente afastado das decisões estratégicas de forma indevida.

Em análise na Justiça, não há decisão definitiva sobre o caso até o momento.