Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

'Ingrata': Empresária acusa Jojo Todynho de se beneficiar da comunidade LGBTQIAPN+

Amanda Fróes critica atitudes da cantora e questiona sua relação com pautas LGBTQIAPN+ após sucesso na música

  • Foto do(a) author(a) Ana Beatriz Sousa
  • Ana Beatriz Sousa

Publicado em 2 de abril de 2025 às 14:15

Jojo Todynho
'Ingrata': Empresária acusa Jojo Todynho de se beneficiar da comunidade LGBTQIAPN+ Crédito: Reprodução/Instagram

A influenciadora e empresária Amanda Fróes, que mora no mesmo condomínio de luxo que Jojo Todynho, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, fez duras críticas à cantora. Mulher trans e defensora da comunidade LGBTQIAPN+, Amanda afirmou que não tem interesse em qualquer relação com a artista e a acusou de se beneficiar da comunidade para impulsionar sua carreira.

Em um desabafo, Amanda mencionou a remoção da música "Que Tiro Foi Esse" das plataformas digitais e sugeriu que Jojo teria usado a representatividade LGBTQIAPN+ como estratégia. "Ela ganhou dinheiro com uma classe, se beneficiou daquilo durante anos e, depois que ficou rica, simplesmente se afastou", disparou.

A empresária reforçou que sua crítica não tem relação com política, mas sim com respeito às pautas sociais. "Não é sobre direita ou esquerda. O assunto aqui são pessoas, são vidas. Ela pisoteou em questões sérias", afirmou.

Morando no condomínio desde 2022, após adquirir o terreno em 2018 e construir sua casa, Amanda declarou que não busca aproximação com Jojo. "Sou uma sobrevivente da triste estatística de que uma mulher trans vive, em média, 35 anos no Brasil. Isso é assustador. Não quero um 'bom dia' dela, pois acho sua atitude ingrata com a comunidade LGBTQIAPN+", concluiu.