Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Funcionário afirma que Emicida foi interrompido em reunião sobre saída do irmão e abandonou encontro

Relato nas redes sociais aponta que rapper deixou reunião após não conseguir se expressar

  • Foto do(a) author(a) Heider Sacramento
  • Heider Sacramento

Publicado em 3 de abril de 2025 às 08:53

Fióti e Emicida
Fióti e Emicida Crédito: Reprodução

Uma reunião interna da Laboratório Fantasma, empresa fundada por Emicida e seu irmão Fióti, terminou em conflito, com o rapper abandonando o encontro antes do fim. A informação foi divulgada pelo portal LeoDias e ganhou repercussão com um desabafo publicado por um funcionário da empresa nas redes sociais.

No relato, um analista da Lab Fantasma afirmou que Emicida foi impedido de concluir sua fala durante o encontro, que tinha como objetivo comunicar oficialmente a saída de Fióti de suas funções na empresa. “Recentemente, vivi uma situação que me deixou desconfortável. Era um momento esperado, importante. Quem convocou, queria falar. E muita gente queria ouvir. Mas não foi possível. Como o criador do Lab Fantasma não pode falar?”, escreveu.

Segundo ele, interrupções constantes impediram que Emicida expressasse seu posicionamento. “Houve interferências que cortavam a linha do pensamento, e até quando a emoção apareceu, não houve espaço. Não por pressa – mas porque simplesmente não deixaram acontecer. A fala que poderia esclarecer, reconectar e trazer sentido… ficou travada. E isso, pra mim, foi simbólico”, declarou.

O funcionário também criticou aqueles que, após a reunião, tomaram partido de Fióti sem considerar o contexto completo. “Depois disso, surgiram comentários. Versões contadas por quem teve espaço de sobra pra falar – fora do momento e longe do contexto. Enquanto quem só queria ser escutado… ficou em silêncio forçado”, concluiu.