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Documentos desmentem acusação de desvio feita por Emicida contra Fióti, diz site

Extratos comprovariam que rapper recebeu os mesmos valores que irmão com o qual divide sociedade

  • Foto do(a) author(a) Elis Freire
  • Elis Freire

Publicado em 3 de abril de 2025 às 19:38

Evandro Fióti e Emicida
Evandro Fióti e Emicida Crédito: Reprodução/Instagram

A acusação de Emicida contra o irmão Fióti que alegou desvio de R$ 6 milhões da empresa LAB Fantasma - fundada pelos dois - parece ter sido desmentida. Documentos divulgados pelo Grupo Metrópole mostram que o rompimento do rapper com o irmão, seu produtor cultural e empresário por 16 anos, não se justifica por movimentações financeiras indevidas como alega Emicida na Justiça.

Sócios na LAB Fantasma, Evandro Fióti acusa o irmão de retirá-lo gradativamente da empresa da sociedade sem consentimento, enquanto o rapper acusa o irmão de movimentações indevidas. Os documentos, porém, mostram, que conforme o acordo societário, os dois receberam os mesmos valores em transferências realizadas pela empresa.

Comprovantes exibem Transferências por Pix feitas das contas da LAB Fantasma para o rapper, no valor total de R$ 2 milhões. Os repasses, de R$ 500 mil cada, teriam ocorrido nos dias 7, 13, 18 e 20 de fevereiro. O site também diz que teve acesso a um email, datado de 20 de janeiro deste ano, no qual Fióti comunica previamente a decisão de antecipar a divisão de lucros da empresa, de forma igualitária, entre ambos - sem provas de desvio sem aviso.

Extratos bancários comprovam quatro repasses de R$ 500 mil para contas do rapper em fevereiro deste ano
Extratos bancários comprovam quatro repasses de R$ 500 mil para contas do rapper em fevereiro deste ano Crédito: Reprodução

Fióti, então, teria agido de acordo com as cláusulas de um acordo prévio firmado para concretizar a dissolução societária da LAB Fantasma. "Toda deliberação estratégica e movimentações financeiras acima de R$ 100 mil seriam decididas em conjunto e que a transição da sociedade deveria ocorrer de forma consensual, com gestão compartilhada durante o processo”, diz cláusula.

"A acusação de que Evandro (Fióti) teria 'esvaziado' contas da empresa é completamente infundada. As planilhas financeiras que ora se anexa, demonstram que Leandro (nome formal de Emicida), na condição de artista e sócio, foi beneficiário de valores significativamente superiores aos recebidos por Evandro. Constam lançamentos recorrentes e vultosos a favor de Leandro, inclusive a título de cachês, retiradas, transferências e repasses diretos", alegaram os advogados de Fióti.

O direito de Evandro Fióti de realizar movimentações financeiras na empresa foi suspenso por Emicida em fevereiro, travando uma batalha judicial. Hoje, Emicida é detentor de 90% da sociedade enquanto Fióti detém 10% da LAB Fantasma.