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Professora é atacada por alunos com mais de sete facadas: 'está inconformada'

Câmeras de monitoramento da sala aula foram quebradas antes do ataque

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 2 de abril de 2025 às 13:09

Professora é atacada por alunos do 7ª ano com mais de sete facadas: 'está inconformada
Professora é atacada por alunos do 7ª ano com mais de sete facadas: 'está inconformada Crédito: Reprodução

Uma professora de inglês da Escola municipal João de Zorzi, no bairro Fátima Baixo, em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, foi esfaqueada por estudantes da unidade. Os envolvidos no ataque, dois adolescentes do 7º ano, de 15 e 14 anos, foram apreendidos. Uma adolescente de 13 anos que chegou a ser acusada de participar do ataque foi liberada. Os envolvidos, teriam quebrado a câmera de monitoramento da sala de aula antes de golpear a professora. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros de Caxias do Sul, a professora levou de sete a dez facadas e perdeu muito sangue. Ela sofreu ferimentos nas mãos, costas, pescoço e cabeça.

Após a equipe do Corpo de Bombeiros conseguir estancar o sangue, a professora foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento de Urgência e Emergência (Samu) para o Hospital da Unimed, onde permanece internada e com quadro estável. A vítima, que dá aula duas vezes por semana na unidade, não corre risco de morte. O caso é investigado pela Polícia Civil de Caxias do Sul (RS). Após o ataque, a Prefeitura de Caxias do Sul decidiu suspendeu as aulas da rede municipal nesta quarta-feira (2). As atividades devem ser retomadas na quinta-feira (3), inclusive na instituição onde o crime ocorreu.

O vice-prefeito de Caxias do Sul, Edson Néspolo, afirmou, em entrevista ao Globo, que o caso pode ser uma retaliação, pois a mãe de um dos adolescentes teria sido chamada pela direção da escola na última segunda-feira (31) por mau comportamento. Já o diretor da unidade, Jeferson Carvalho informou ao O Globo que acredita que o ataque não tem relação com a convocação da mãe de um dos envolvidos. "Acredito que foi um fato isolado para causar algum impacto. Temos quase 300 anos e sabemos o histórico familiar de cada um. A professora está bem, um pouco inconformada com a ocasião", disse Carvalho. Ele estava na escola no momento do ataque, mas só tomou conhecimento do que havia acontecido quando percebeu a correria dos alunos.

A expectativa do diretor é que as demais câmeras instaladas no interior da escola possam ajudar a esclarecer a sequência dos fatos. Carvalho disse ainda que os adolescentes suspeitos nunca apresentaram comportamento violento. A polícia vai investigar a participação dos suspeitos no ataque. Em nota, a prefeitura de Caxias do Sul diz que "alunos envolvidos no episódio já vinham sendo acompanhados pela escola, e, após o ocorrido, a equipe da SMED seguirá monitorando a situação e providenciando os encaminhamentos necessários".