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Bancária foi estuprada, asfixiada e morta após não corresponder a paquera de vizinho

Corpo da vítima foi achado dentro de casa, no interior de São Paulo, com sinais de violência

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 26 de fevereiro de 2025 às 09:06

Aline Cristina Giamogeschi e o suspeito William
Aline Cristina Giamogeschi e o suspeito William Crédito: Reproduçaõ e TV Tribuna

A investigação do assassinato da gerente bancária Aline Cristina Giamogeschi, de 31 anos, em Registro, no interior de São Paulo, teve um desfecho com a prisão de um vizinho, identificado apenas como William, de 22 anos. Ele confessou ter violentado e asfixiado a vítima, que foi encontrada morta no sábado (22) em sua casa, no bairro Jardim São Paulo. O crime ocorreu após o suspeito, que nutria um interesse não correspondido por Aline, monitorar sua rotina e aproveitar uma oportunidade para agir. As informações são do G1.

O corpo de Aline foi descoberto pelo irmão dela, que pulou o muro da residência após familiares e amigos não conseguirem contato com a vítima. Segundo o boletim de ocorrência, Aline estava nua, com um vestido enrolado na cintura e uma roupa íntima na perna esquerda. O estado do corpo apresentava sinais de hipóstase cadavérica, manchas arroxeadas causadas pela acumulação de sangue após a morte. Apesar de a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) ter informado que a vítima estava em cima da cama, o BO registrou que ela estava no chão, com manchas escuras próximas à área genital, sugerindo um estupro.

O delegado seccional de Registro, Marcelo Freitas, confirmou que William já era o principal suspeito do crime. Ele foi preso na terça-feira (25) no mesmo bairro onde morava, após a polícia utilizar imagens de câmeras de monitoramento para identificá-lo. Durante o depoimento na Delegacia de Registro, o suspeito confessou o crime, detalhando que havia asfixiado Aline após violentá-la. "Ele confessa. Não há dúvida em relação à autoria. A prisão temporária já está decretada", afirmou Freitas em entrevista à TV Tribuna, afiliada da Globo.

William foi encaminhado à Cadeia Pública da cidade e permanece à disposição da Justiça. O delegado destacou que o suspeito conhecia a rotina de Aline, já que morava nas proximidades e a observava constantemente. "Ele sabia do horário que ela chegava e saía. Tinha uma admiração por ela que não era correspondida, e decidiu praticar esse grave crime", explicou Freitas.